Em 1929, nos EUA, imperava o protecionismo, ancorado em tarifas pesadas. Mas em Wall Street o ambiente era de euforia. O mercado bolsista não parava de crescer, sustentado pelo crédito fácil e uma especulação desenfreada. A Reserva Federal Americana bem tentava pôr a casa em ordem, mas tinha pouca margem de manobra para conter a bolha. Até que, no dia 24 de outubro, tudo ruiu. Soa familiar? O maior crash da história acabou por se propagar a todo o mundo. E teve implicações na economia norte-americana que perduraram ao longo de décadas.