Poderá a humanidade proteger coletivamente o seu património comum enquanto procura recursos na Antártida, no fundo do mar, na Lua e mais além? Este é definitivamente um livro oportuno, numa altura em que bilionários e corporações multinacionais se expandem para o espaço. Das terras comuns feudais, passando pelas regras do mar, até a vasta extensão sem nação da Antártida, Grayling explora a história dos lugares que ninguém e, portanto, todos, possuem.